
Nada belisca a fé do jovem Tiago, recentemente ordenado padre, que desde pequeno nunca quis outra coisa a não ser espalhar a palavra de Deus.

Para atrair pessoas para a missa, Tiago tem a ideia de convidar Fátima e Bruno a renovarem os votos; o que parecia ser uma excelente ideia, acaba por se tornar um pesadelo para Raul; Fátima e Bruno confessam-se ao padre e falam mal um do outro, dizendo que o casamento é por conveniência; Tiago desiste de celebrar a renovação dos votos; Raul pede ajuda a Mirolha para que o padre não celebre a renovação de votos de Fátima, mulher com quem ia casar; o feitiço de Arlinda parece dar resultado.

Tiago convoca uma reunião com a comissão fabriqueira para falarem sobre a catequese na aldeia. Ele quer evangelizar as quinze crianças que estão registadas na escola, mas Adelina estranha e diz-lhe que não existem assim tantas crianças na aldeia.

As festas da aldeia aproximam-se e Zé Lampreia, em busca de protagonismo, decide inventar uma tradição: o banho das cabras. Mas decide realizar o banho no largo da aldeia, onde não há acesso para mangueiras de água.

Júlio confessa a Tiago que Arlinda ficou cega por causa dele. Tudo aconteceu quando ele abriu o guarda-chuva e uma das varetas espetou o olho dela. Moisés ouve a confissão de Júlio e escreve num papel, que afixa no café, revelando que foi Júlio quem cegou Arlinda. Júlio culpa o padre pela fuga de informação e faz queixa ao Vaticano. Tiago descobre que foi Moisés o autor do papel afixado no café e o excomunga da igreja.